segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Davi X Golias


Você fez o planejamento, está pronto para fazer uma gestão eficiente, tem tudo para dar certo. Mas aí, aparece uma empresa estrangeira no mesmo segmento que o seu. “Normal”, você pensa, “todo mercado tem seus concorrentes”, e você tem toda a razão.
O problema é que, se você vende por 10 reais, o rival vende por 8 reais. Aí, você abaixa para 7 reais e ele muda para 5 reais assim que descobre. Neste exato momento, você já está preparado para colocar 4,90 reais... 
Acontece que, no calor da “batalha”, você acabou esquecendo sua margem de lucro. Por mais que seu concorrente continue baixando, você precisa tomar uma decisão: ou continua baixando o preço do mesmo produto ou para de guerrear. E fica difícil entender como o concorrente vende tão barato e ainda consegue se manter.
“Existem vários jeitos de combater a concorrência, além de baixar o preço. Às vezes, vender muito significa vender errado”
Você já deve ter se perguntado isso quando viu seu concorrente baixando preços sem parar. E essa pergunta tem várias respostas.
Uma das possibilidades é ele estar realmente sacrificando o lucro. Aí, das duas, uma: ele pode estar investindo em uma estratégia agressiva para ganhar mercado ou pode ser alguém que simplesmente quer sempre ganhar no preço sem pensar nas consequências. Aí, você pode ficar com a impressão de que a conta não fecha porque ela não fecha mesmo.
Neste caso, a recomendação dos consultores do Impulso é: dê corda para ele se enforcar. “Uma hora esse cara vai quebrar. E, se você não tomar cuidado e ficar baixando seus preços para acompanhar, você vai junto”
Saiba que simplesmente baixar o preço a torto e a direito nunca é a melhor opção, confira algumas táticas eficientes e menos arriscadas para encarar a concorrência.
Antes de alterar o preço do seu produto, você precisa entender quanto ele te oferece de lucro. O fundamental, aqui, é colocar todos os custos na ponta do lápis.
Talvez você ache que o seu preço está te dando lucro quando, na verdade, você está perdendo dinheiro. Por isso é fundamental colocar na ponta do lápis todos os gastos sobre o seu produto e descobrir qual é a sua margem de lucro. Só assim você consegue mexer nos seus preços com segurança
Há momentos em que reduzir o preço também significa diminuir a qualidade do que você vende. Aí é necessário considerar se vale a pena entrar nessa briga. Afinal, faz sentido cobrar mais por um produto que tenha uma qualidade maior. Mesmo que existam produtos semelhantes ao seu com valor inferior, os produtos mais duráveis, bonitos e eficientes também vão ter seu público. É importante lembrar que você pode adicionar serviços à venda do seu produto (wifi, mimos, cortesia, higiene) para garantir que esse seu preço mais alto envolva uma experiência melhor para o cliente.

fonte: https://www.facebook.com/TaxiemSaoPaulo/?fref=nf

sábado, 6 de agosto de 2016

UBER: As contradições, os sofismas e o cinismo endossados...

TRAVIS KALANICK - UBER CRIADOR

TAMBÉM CONHECIDO COMO:

"Afuleimado", "Amaldiçoado'', "Arrenegado", "Barzabu", "Bicho-Preto", "Bruxo", "Cafuçu", "Canheta", "Capa 
Verde", "Diogo", "Diale","Diá", "Diacho", "Diangas", "Dianho", "Demo", "Satã", "Dedo", "Ele", "Esmolambado", "Excomungado, "Feio", "Feiticeiro", "Ferrabrás", "Futrico", "Gato-Preto", "Imundo", "Inimigo", "Lúcifer", "Mequetrefe", "Mal-Encaracio", "Mofento", "Não-Sei-Que-Diga", "Negrão", "Nojento", "Pé-de-Cabra", "Pé-de-Pato", "Peitica", "Rabudo", "Rapaz", "Sapucaio", "Sarnento", "Tição", "Tisnado", "Tinhoso". 


A VERDADEIRA FACE  DO RATO DE ESGOTO!!!

ASSIM FICA FÁCIL NÉ "OTORIDADES"   

Espero que meus amigos leiam e façam uma análise profunda e compartilhem opiniões. Desculpem, mas não consigo mais ficar calado e ver tanta manipulação sórdida.
Só não tenho certeza se aparecerá no Feed.
Quanto mais pessoas tomarem conhecimento do que acontece será benéfico para todos. Peço que compartilhem.
Todos os links foram recolhidos da internet e reunidos para uma melhor pesquisa e reflexão, pf abram e leiam.
"O Tempo desmascara as aparências, revela a mentira e expõem o caráter"
As contradições, os sofismas e o cinismo endossados...
-'Surpreende no fundador do Uber a capacidade de torcer os argumentos. Os taxistas estão sendo os grandes prejudicados pelo serviço da empresa. Mas, na sua opinião, a situação é muito diferente: “Somos a melhor opção para quem quer ganhar a vida dirigindo carros. A maioria dos que trabalham conosco antes eram taxistas, mas estavam cansados de pagar até 40.000 dólares por ano para ter uma licença e um carro durante um horário fixo. Graças à tecnologia, criamos o posto de trabalho mais flexível do mundo, sem horário e sem chefe”."
- “Uma cidade com o Uber é mais próspera. Desejamos sentar com os prefeitos para ajudá-los a crescer e criar empregos. Não é tão difícil, apenas pedimos que deixem os vizinhos se ajudarem entre si, que deixem para trás leis do passado”.
Para reflexão
"Teorizar sobre uma "sociedade justa" sem qualquer preocupação com as consequências econômicas deve preocupar a todos."- principalmente políticos oportunistas e demagogos, empresários inescrupulosos e sociedade em geral.
Em artigo publicado na Carta Capital assinado por
* Patrick Luiz Sullivan De Oliveira é doutorando em História da Princeton University o último paragrafo diz tudo.
"A ideologia que brota do Silicon Valley apresenta a tecnologia como uma coisa inerentemente positiva ou, na pior das hipóteses, neutra. Mas a tecnologia nunca é imune a dinâmicas de poder. O “progresso” não é alcançado através de inovações tecnológicas, mas sim graças a escolhas políticas de como (e se) incorporaremos essas inovações dentro do nosso complexo mundo social.
Se uma introdução ética de novas tecnologias na sociedade depende de um diálogo democrático, porque ao invés de aceitar o Uber como um fait accompli não considerarmos a ideia de Mike Konczal? Um Fellow no Roosevelt Institute, Konczal sugeriu socializar o aplicativo, lembrando que os populistas americanos criaram cooperativas para lidar com as mudanças tecnológicas no final do século XIX.
Afinal, os motoristas já são donos de quase todo o capital operacional (os seus carros), então porque não distribuir o lucro de maneira comparável? Aí sim, poderíamos dizer que o aplicativo fomenta uma verdadeira economia compartilhada. Mas se o Uber não quer empregar motoristas, que seja então apenas uma provedora de software."
O Uber e o mito da panaceia tecnológica:
http://www.cartacapital.com.br/soci…/uber-taxistas-4216.html
MPF apura denuncia de exploração trabalhista pelo Uber:
http://g1.globo.com/…/associacao-de-motoristas-denuncia-ube…