domingo, 28 de junho de 2015

Objeto misterioso é flagrado por câmeras de museu na Flórida


Investigador acredita que imagem não passa de partícula de poeira.
Investigador acredita que imagem não passa de partícula de poeira. Foto: Reprodução
Expresso
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Câmaras de vigilância do Museu Flórida Space Walk of Fame fizeram um registro que anda causando muita agitação. Isso porque o vídeo mostra o momento em que, no meio do salão, aparece um objeto voador não identificado.
— Nós não podemos explicá-lo — contou o presidente do museu Charlie Mars, à CBS Orlando.
Mars disse ainda que as luzes e o sistema de ar condicionado foram desligados quando o vídeo foi gravado, o que o leva a concluir que a esfera iluminada não é apenas reflexo de brilho, ou sujeira no visor da câmera.
— Existem muitos itens aqui que foram trazidos por pessoas que não estão mais conosco. Eles poderiam voltar para verificá-los. Uma série de situações como essa têm ocorrido ao longo dos últimos 12 anos, para as quais não temos nenhuma explicação — completou Mars.
No vídeo, o objeto entra rapidamente na sala de exposição do museu, se move em direção ao centro da tela, e faz uma curva abrupta, voltando na direção de onde veio. Em seguida, aparece novamente e começa a se mover para a esquerda antes de simplesmente desaparecer.
— Eu sei que eles disseram que não têm o ar condicionado, mas uma leve corrente de ar pode mover uma partícula de poeira — acredita Ben Hansen, um ex-agente do FBI e ex-investigador principal da série Syfy Channel, “Fato ou falso: Arquivo Paranormal”.
Hansen também oferece uma explicação para o sumiço do objeto.
— A esfera parece ter um movimento cíclico, que é comum para uma corrente ascendente de ar. Quando ele parece dissolver-se, é porque no momento estava muito distante da lente para refletir luz o suficiente para ser registrado pelo sensor da câmera — explicou.

domingo, 21 de junho de 2015

CEO Waze vs. CEO GPS

As organizações precisam se acostumar com os profissionais que não buscam as soluções olhando para os mapas ou para o GPS.

O mundo está mudando a uma velocidade incrível, fruto das inovações e rupturas tecnológicas. Essa realidade tem provocado enorme ansiedade entre os executivos e a necessidade de revisar estratégias organizacionais continuamente. Alguns CEOs ainda lembram com saudade dos planos quinquenais (ou algo do gênero) que as empresas realizavam. Havia uma falsa sensação de estabilidade e direção. Os CEOs, juntamente com um pequeno grupo, eram os responsáveis por traçar os rumos da empresa e, de tempos em tempos, revisavam seu posicionamento em relação à meta. Era o tempo do GPS. Os executivos que sabiam onde estavam e para onde queriam ir. O mapa (estratégico) mostrava o caminho e todos seguiam suas diretrizes no detalhe. A máxima do comando e controle regia as organizações. Como meu pai dizia: manda quem pode e obedece quem tem juízo!

Os tempos mudaram e a velocidade dessas mudanças globais e locais está exigindo outras habilidades desses executivos. Eles precisam agora se sentir confortáveis com a jornada. Precisam interagir com inúmeros stakeholders para engajá-los na construção de um plano estratégico e tático que seja maleável e adaptável ao longo do caminho. É preciso conviver com o desconforto e incertezas da versão Beta, aquela que pode não estar 100% correta no ponto de partida, mas que vai se aprimorando no percurso. Esse é o CEO Waze. O que vai do ponto A para o B de forma mais eficiente ao interagir com o meio ambiente. É o profissional antenado com o que está acontecendo e não tem medo de dar uma guinada ríspida na busca do melhor resultado, com o menor esforço e com o maior lucro.

Em meio a um biênio extremamente desafiador, atenuado pelo cenário macroeconômico, as organizações queimam neurônios para sustentar o crescimento a médio e longo prazo. Muitas empresas, ao repensar suas estratégias de mercado, partem da premissa de focar em redução de custos e manter as margens de rentabilidade. A primeira ação prática é buscar o “executivo Waze” que esteja preparado para esses desafios. Observo que esse perfil demandado precisa, além de apresentar os resultados, denotar a forma de como eles são alcançados. O profissional, então, se vê em um cenário em que a competição não diminuirá, sendo amplificada a cada semestre com a inserção de outros executivos no mercado em busca de maiores fatias.

Em uma pesquisa que fizemos ainda em 2013 com CEOs de grandes empresas brasileiras, para entender quais seriam as suas prioridades para os próximos cinco anos e como iriam se preparar frente ao contexto econômico mundial, revelou-se que a preocupação com a busca e desenvolvimento do capital humano está no topo da agenda. Parece que as companhias conseguiram quantificar a enorme diferença entre “THE BEST” e “THE REST” e estão dispostas a investir para garantir esse diferencial competitivo.

Como consequência disso tudo, as organizações precisam se acostumar com os profissionais que não buscam as soluções olhando para os mapas ou para o GPS, eles estão construindo o caminho enquanto dirigem e interagem com todo o sistema. Essa postura requer resiliência, atenção às inúmeras variáveis e coragem para mudar de rota quando necessário. Fácil? Claro que não! Mas você já tentou desafiar o seu Waze achando que sabia um caminho melhor? Eu me dei mal em todas as vezes que insisti na minha “lógica”. E nos negócios é preciso assumir riscos. Como você vai agir daqui para frente?!

Fonte

terça-feira, 16 de junho de 2015

Waze ganha voz de Arnold Schwarzenegger para promover novo "Exterminador do Futuro"


O aplicativo de mapas Waze ganha, nesta semana, a voz de Arnold Schwarzenegger para promover filme "Exterminador do Futuro: Gênesis", que estreia no começo de julho. O recurso está disponivel somente em inglês.
Para usar a novidade, é preciso entrar nas configurações do Waze e alterar o idioma para inglês americano. Feito isso, mude a voz de navegação curva a curva para a opção com o nome de Arnold Schwarzenegger.
"Em 1984, quando gravamos o primeiro Exterminador do Futuro, falamos sobre um mundo controlado pelas máquinas. Isso era ficção científica naquela época. Hoje, temos máquinas que nos dizem para onde dirigir", afirmou Schwarzenegger ao USA Today.
Em testes preliminares realizados por INFO, foi possível ouvir frases como "I'm looking for Sarah Connor, but you can go to your destination first" e "I need your clothes, your boots and your motorcycle. Just kidding".
Schwarzenegger se mostrou animado em emprestar a sua voz aos 50 milhões de usuários do aplicativo de mapas em todo o mundo. "Claro que vou usar o Waze com a minha voz. É uma certeza. Quando eu entrar no carro e um passageir se sentar ao meu lado e, do nada, eu ligar o aplicativo e lá estará a minha voz, falando comigo mesmo. Aí, ele dirá 'O que diabos está acontecendo nesse carro?' Será engraçado", brinca o ator, que também e ex-governador da Califórnia.


domingo, 14 de junho de 2015

Por que o Waze faz tanto sucesso?


O biólogo Carlos Garcia, de 34 anos, vive em Brasília e diz ser ansioso por natureza. Mas ele encontrou no aplicativo para celular Waze, que indica as melhores rotas de trânsito, uma forma de aplacar este sentimento.
"Quando um amigo me contou do Waze, fiquei impressionado. Ele me conquistou quando me indicou a hora em que chegaria a meu destino, algo fundamental para alguém como eu, que sofre de ansiedade", conta ele. "Com o programa, percebi que não preciso correr tanto, porque dá no mesmo se vou rápido ou mais devagar."

Garcia é um "global champ", nome dado aos membros do serviço que mais contribuem para a atualização dos seus mapas. Existem 23 mil usuários classificados assim pelo Waze, dos quais 6 mil estão na América Latina.
São pessoas que usam fóruns on-line para corrigir, aperfeiçoar e editar os mapas interativos, uma contribuição essencial para garantir a eficácia do serviço.
Garcia dedica várias horas de seu dia aos mapas do Brasil, um dos países mais ativos do mundo no Waze. E o faz, de forma voluntária, porque acredita tratar-se de uma revolução.
"Ao antecipar como estará o caminho, o Waze permite reduzir o número de mortes nas ruas e estradas", avalia. "Além disso, permite economizar combustível, que as ambulâncias se planejem melhor e que sejam reduzidas as emissões de poluentes."
Segundo os estudos da empresa, o Waze permite economizar 15% do tempo que alguém passaria em um carro sem ele. Seria o equivalente a cinco minutos de um trajeto que normalmente tomaria 30 minutos.
"Se multiplicarmos isso pelos 260 dias úteis do ano, estes cinco minutos se transformam em 60 horas de economia de combustível e emissão de carbono", diz Garcia.
"Pense o que isso significa em uma cidade como São Paulo ou Rio de Janeiro, onde as estimativas oficiais dão conta que os cidadãos passam 1h40 por dia em seus carros."

'Comunidade apaixonada'


AFP

Fundada em 2008 por dois israelenses e comprada pelo Google cinco anos depois, por US$ 1,1 bilhão (R$ 3,3 bilhões), a companhia depende da contribuição dos usuários.
Os dados enviados por cada um deles a partir das ruas criam um mapa interativo, no qual são sinalizados engarrafamentos, bloqueios, obras e quase tudo que pode estar no seu caminho.

E um aplicativo capaz de ajudar a descobrir caminhos e a aliviar congestionamentos é muito bem-vindo na América Latina, uma das regiões do mundo que mais utiliza o programa.
"Não temos apenas uma comunidade de usuários enorme e crescente na América Latina. É uma comunidade muito apaixonada e proativa",diz o porta-voz da companhia, Trak Lord.

"Em San José, na Costa Rica, o Waze tem sido uma ótima ferramenta para elucidar os complicados caminhos da cidade, que dependem de indicações como 'a sorveteria' ou 'o poste de luz'."
De fato, na capital deste país sul-americano, onde o Waze tem 400 mil membros, tornou-se comum que alguém envie um link fornecido pelo aplicativo para indicar um endereço ou o coloque em um convite para um evento.
"São exemplos da maneira como o Waze funciona em cidades que se expandem de maneira espontânea, como as latinoamericanas", diz Adrián Singer, administrador uruguaio da comunidade do Waze na região.

Milhões de usuários

É por causa do aplicativo que Mônica discute praticamente todos os dias com sua mãe. Trata-se de um dilema entre gerações: Inês, sua mãe, não acredita no Waze, porque diz conhecer melhores os caminhos da cidade que "esse robô".
Por sua vez, Mônica é praticamente viciada no serviço, que informa onde há engarrafamentos em Bogotá, capital da Colômbia, quais rotas alternativas pegas e quanto tempo levará para chegar a seu destino.

A cidade está entre as dez que mais usam o aplicativo na América Latina, junto com duas cidades brasileiras:
Cidade do México (México)
San José (Costa Rica)
Bogotá (Colômbia)
São Paulo (Brasil)
Rio de Janeiro (Brasil)
Buenos Aires (Argentina)
Santiago (Chile)
Segundo o Waze, cada uma delas tem entre 1 milhão e 3 milhões de usuários ativos.

No Brasil, para a visita do papa Francisco e a Copa do Mundo, o governo do Estado do Rio fez uma parceria com a empresa para indicar as melhores rotas no trânsito.
Assim, as informações passadas por cidadãos são recolhidas pela Prefeitura do Rio, que os une às informações de câmeras, centro de operações e policiais, para atualizar os mapas.
Este tipo de cooperação está sendo feita entre o Waze e governantes em diversas partes do mundo.

Críticas e limitações:


BBC

No entanto, isso gera uma preocupação comum entre analistas de tecnologia: como isso afeta nossa privacidade?
Porque os usuários indicam onde estão 24 horas por dia, sempre que mantêm o aplicativo ligado.
Mas o programa permite usar um status anônimo para as contribuições, e suas políticas de privacidade são bastante rigorosas.

Ao mesmo tempo, o Waze tem seus críticos e limitações. Qualquer um pode fazer um relato de um problema, e um usuário pode usá-lo para evitar a fiscalização - e multas;
Além disso, quando há um número limitado de usuários, sua eficácia fica prejudicada. O mesmo ocorre quando a conexão de INTERNET móvel é ruim.
Em Caracas, capital da Venezuela, por exemplo, o Waze não funciona bem, porque a cidade tem uma conexão móvel lenta.
"Há muito lugares de Caracas onde o sinal de internet some. Às vezes, você se depara com um engarrafamento que não era informado no aplicativo", diz Enrique, um taxista da cidade.
Por isso, assim como a maioria dos habitantes da cidade, ele ainda prefere recorrer ao serviço de trânsito no rádio, que usa um helicóptero para dar informações do trânsito.
Este tipo de serviço ainda resiste na capital da Venezuela, mas, a julgar pelo que ocorreu em outras grandes cidades da América Latina, está com os dias contados. Nestas metrópoles, o rádio voltou a ser usado para escutar música, enquanto a popularidade do Waze não para de crescer.

domingo, 7 de junho de 2015

Em vídeo, cavalo da gargalhada e sopra velinhas de seu bolo de aniversário



Após apagar velas, ele surpreendeu dando ‘gargalhada’. Cena ocorreu em estábulo em Nova Jérsei, nos EUA. Assista ao vídeo!

Vejam video: