domingo, 24 de novembro de 2013

Táxi com painel 'superlotado' de celulares é flagrado na China

Usuário postou foto do interior de carro em rede social.
Parafernália seria para conseguir e repassar corridas mais rapidamente.


Um usuário identificado como “EngineerScientist” postou uma imagem na rede social “Reddit” que mostra o interior de um táxi na China completamente tomado por aparelhos celulares, de diversos modelos tipos e tamanhos.
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Foto mostra painel de táxi chinês tomado por celulares de diversos tipos (Foto: Reprodução/Imgur/EngineerScientist)Foto mostra painel de táxi chinês tomado por celulares de diversos tipos (Foto: Reprodução/Imgur/EngineerScientist)
A “superlotação” eletrônica feita no painel do carro seria uma maneira ilegal de cobrar menos pelos serviços e aumentar a quantidade de corridas disponíveis para cada motorista.
De acordo com “two_of_soul”, que se identificou como um morador da região, os taxistas compram diversos aparelhos e se comunicam entre si para passarem corridas uns para os outros, e oferecem descontos abaixo da taxa estabelecida do governo.
O usuário disse ainda que todos os celulares podem ser programados para que as ligações sejam atendidas com o apertar de um botão.

domingo, 17 de novembro de 2013

Miss Bumbum ganha espaço na imprensa internacional, mas como ‘notícia bizarra’


Matéria sobre o Miss Bumbum no Huffington Post: notícias bizarras
Matéria sobre o Miss Bumbum no Huffington Post: notícias bizarras Foto: Reprodução

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Os organizadores do concurso Miss Bumbum devem estar felizes da vida com a repercussão do evento. Afinal, a competição ganhou espaço na mídia internacional. O que talvez eles não tenham imaginado era como o evento seria retratado nos sites dos jornais estrangeiros, como “weird news” - notícias bizarras, em livre tradução.
A imprensa internacional se rende, é claro, aos atributos das brasileiras, mas tratou o concurso como algo, no mínimo, estranho. Sem contar que as reportagens apontaram para os escândalos de fraude nos resultados da competição. O site do jornal americano Huffington Post, por exemplo, deu espaço para o Miss Bumbum em sua sessão de bizarrices e de notícias curiosas. Com o título “Dai Macedo vende o Concurso Miss Bumbum 2013, apesar de controvérsia”.
O site Policy Mic, por sua vez, foi até elogioso em relação ao concurso. O título da reportagem pode ser traduzido como “Miss Bumbum é algo real no Brasil e é incrível”. Mas o texto é bem explícito em tratar o evento como “uma competição bizarra que visa a encontrar a brasileira com o traseiro mais proeminente”.

Policy Mic também chama a competição de bizarra
Policy Mic também chama a competição de bizarra Foto: Reprodução

Já a página do jornal britânico International Business Times apresentou o concuso como “O bizarro concurso de Miss Bumbum do Brasil”. O autor da reportagem repete o adjetivo no texto: “O lado bizarro da cultura popular brasileira está em exibição com um desfile de mulheres atraentes mostrando seus bumbuns”, diz.

O International Business Times chama evento de bizarro
O International Business Times chama evento de bizarro Foto: Reprodução




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domingo, 10 de novembro de 2013

Noiva erra de quarto e faz sexo com padrinho após casamento




Noiva errou de quarto ao voltar do banheiro na manhã após o casamento.
Casal processou padrinho, mas Justiça disse que ele não fez nada errado.

Uma noiva chinesa se confundiu e fez sexo com um dos padrinhos na manhã seguinte após seu casamento na comarca de Napo, em Guangxi. A mulher disse que só percebeu que o homem na cama não era seu marido após o fim do ato sexual.
Segundo a imprensa chinesa, a noiva estava na cama com o marido, mas levantou para ir ao banheiro. Na saída, desnorteada, a mulher errou de quarto e acabou deitando na cama em que estava o padrinho. O homem começou a cariciá-la, e os dois fizeram sexo.
Ao descobrir que havia mantido relações sexuais com o padrinho, a noiva se desesperou e acusou o homem de abuso. Ela e seu marido pediram uma indenização 20 mil iunes (R$ 7,16 mil), mas o padrinho se negou a pagar a quantia.
Sem acordo, o casal chegou a entrar com uma ação contra o padrinho, mas a Justiça considerou que ele não teve nenhuma culpa, pois foi a mulher quem errou de quarto e manteve sexo consensual, sem perceber que o homem não era seu marido.
O incidente ocorreu no dia 30 de agosto, mas foi divulgado neste mês pela imprensa chinesa.
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domingo, 3 de novembro de 2013

Fisiculturista russo faz apresentação inusitada em competição

VEJA O VÍDEO NESTE LINK:


O fisiculturista russo Vadim Skornyakov “soltou a franga” durante o 25º Campeonato de São Petesburgo, na Rússia. Sua coreografia animada surpreendeu os espectadores e arrancou aplausos da plateia.
De sunguinha, o fisiculturista deveria exibir seus músculos. As caras e poses bizarras do russo estão fazendo sucesso na internet. O vídeo que exibe a sua apresentação tem quase 160 mil visualizações no Youtube.
Vadim fazendo sua coreografia bizarra
Vadim fazendo sua coreografia bizarra Foto: Reprodução/Youtube
Apresentação de Vatim surpreendeu



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Sepultura de 'Moça do táxi' atrai curiosos em Belém

População conta lendas de assombração e milagres sobre jovem.
Josephina Conte morreu em 1931. Conheça a história real.




Segundo Necrópole de Belém, túmulo de Josephina Conte é um dos mais visitados no dia de finados. (Foto: Ingrid Bico/ G1)Segundo Necrópole de Belém, túmulo de Josephina Conte é um dos mais visitados no dia de finados. (Foto: Ingrid Bico/ G1)
A dona de casa Verônica Cruz, de 62 anos, se antecipou ao dia de finados (2) e foi ao cemitério de Santa Izabel, em Belém, para prestar uma homenagem durante a semana.  Além de rezar pelos familiares, acendeu uma vela no túmulo de Josephina Conte, jovem que morreu em 1931, aos 16 anos. As duas não tem nenhum parentesco, mas há 10 anos Verônica reza para a desconhecida.
Verônica atribui cura de insuficiência renal do neto a milagre de Josephina (Foto: Ingrid Bico/ G1)Verônica atribui cura de insuficiência renal do neto
a milagre de Josephina (Foto: Ingrid Bico/ G1)
Josephina Conte nasceu em 1915, mas ainda hoje faz parte do imaginário popular em Belém. Segundo uma lenda urbana, a jovem gostava de andar de carro e, mesmo depois de morta, voltava ao mundo dos vivos para passear de táxi pela cidade. Após o percurso - que, de acordo com algumas narrativas, terminava na porta do cemitério - a jovem orientava que o motorista fosse cobrar a corrida na casa da família. No dia seguinte, quando a cobrança era feita, o motorista descobria que sua passageira da noite anterior já havia morrido de tuberculose, anos atrás.

De lenda urbana, Josephina foi alçada ao status de "santa popular". “Eu achei a história muito bonita, emocionante, e acho que ela era uma pessoa muito boa. Sempre rezo por ela, e me emociono muito quando falo sobre isso”, revela dona Verônica, que atribui a cura da insuficiência renal do neto a uma graça concedida pela “Moça do táxi”.
Assim como Verônica, dezenas de pessoas também homenageiam o túmulo de Josephina Conte com velas, flores e placas de mármore que fazem referência a bênçãos semelhantes: segundo a necrópole de Belém, cerca de 100 mil pessoas visitam os cemitérios da capital no dia de finados, e o túmulo de Josephina Conte é um dos mais procurados.
Walcyr Monteiro faz o registro das lendas da Amazônia (Foto: Antônio Silva / Amazônia Jornal)Walcyr Monteiro faz o registro das lendas da
Amazônia (Foto: Antônio Silva / Amazônia Jornal)
Popularização da lenda
O escritor Walcyr Monteiro estuda o folclore de Belém há mais de 40 anos. Foi ele quem publicou, no livro “Visagens e assombrações de Belém”, de 1972, o primeiro registro escrito da história da “Moça do táxi”. “Desde criança ouço falar da ‘moça do carro de praça’, pois em Belém não se usava a palavra táxi antes de 1960. A história era reproduzida de motoristas através de terceiros, mas nunca encontrei uma pessoa que tivesse visto a passageira”, conta Walcyr.
Segundo ele, existem várias versões da lenda. “Os trajetos variam: do cemitério para casa, da casa para o cemitério, e dizem ainda que, na data do seu aniversário, Josephina pede que o motorista faça um tour pela cidade”, detalha o escritor.
O certo era sempre aquele carro [funerário] ir no sentido do hospital para o cemitério, e no caso dela foi o inverso. O meu avô quis que o enterro saísse da fábrica da família, como se fosse um cortejo. E começou daí a história"
Jorge Conte, sobrinho de Josephina
A história real
Para entender a história de Josephina Conte, oG1 encontrou com um dos parentes da “Moça do táxi”: o empresário Jorge Conte é sobrinho de Josephina, e diz que relatos sobre a jovem transitam entre as gerações da família. “Essa minha tia era magrinha, tipo italianinha. Eu não cheguei a conviver com ela, mas olhava as fotos e minha tia contava muito da irmã dela, como ela era, aquela coisinha angelical”, disse.
Segundo Jorge, antes de morrer Josephina começou a apresentar sinais de magreza excessiva, e teve que ficar internada em isolamento no hospital, com suspeita de tuberculose – um diagnóstico que hoje é questionado pela família. “O meu tio que se formou médico, achava que ela teve na verdade um linfoma. Mas os médicos achavam, naquela época que não tinha recursos, que era tuberculose. E quando eram casos de tuberculose, eles isolavam a pessoa. Era uma doença tão grave, tão contagiosa que ela, coitada, uma menina tão linda, foi para o hospital e ficou isolada, dos 15 para os 16 anos. Para entrar no quarto tinha que passar álcool na maçaneta, e só as enfermeiras e os médicos entravam”, revela.
“O meu avô era apaixonado por ela, porque era a filha caçula dele, e quando ela estava pra morrer, ele ficou desesperado”, relembra Jorge, que atribui a origem da lenda a uma particularidade do velório da jovem. “Todos os enterros naquela época eram com aqueles carros fúnebres transparentes, bonitos, que você via a urna. E o certo era sempre aquele carro ir no sentido do hospital para o cemitério, e no caso dela foi o inverso. O meu avô quis que o enterro saísse da fábrica da família, como se fosse um cortejo. E começou daí a história”, pondera.
Sepultura de Josephina fica na via principal do cemitério de Santa Izabel (Foto: Ingrid Bico/ G1)Sepultura de Josephina fica na via principal do
cemitério de Santa Izabel (Foto: Ingrid Bico/ G1)
Para o empresário, outro detalhe contribuiu para o aumento dos boatos. “Como a rua era toda esburacada, no balançar do carro uma porta do caixão se abriu. Então as pessoas já achavam que alguém tinha ressuscitado, porque o cortejo saiu de trás do cemitério, e no sentido contrário”, conta.

Mistérios sem explicação
Segundo Jorge, cerca de 5 anos após a morte de Josephina, a família estava almoçando quando um estranho bateu na porta. “Era um senhor que disse ‘olha, eu sou um chofer de táxi, motorista, e ontem eu fui ao cemitério e apanhei uma moça que me pediu para levar ela de lá até a Basílica, e me pediu pra ficar e esperando. Ela rezou, voltou, e me pediu para deixar ela de novo no cemitério, e cobrar a corrida na fábrica de calçados com o seu Nicolau’, que é meu avô”, disse.
De acordo com o empresário, quando o motorista descreveu a passageira a família chegou a pensar que uma das irmãs de Josephina tivesse ido ao cemitério, pela similaridade do relato. “Meu avô olhou pra minha outra tia, irmã dela, e perguntou ‘Você esteve ontem no cemitério para visitar a sua irmã?’, e ela respondeu que não, que não tinha ido no cemitério. Aí o motorista ficou olhando para dentro de casa e apontou para um quadro dizendo ‘é aquela ali’, porque nas salas daquelas casas antigas tinham as fotos né, nos quadros. Aí o meu avô olhou assim, e disse ‘mas essa já morreu’”, relata Jorge. “O cara ficou pálido, pálido, e foi aquela confusão. Ele ficou tão assustado que nem quis cobrar a corrida”.
Jorge Conte diz que foto original de Josephina não tinha broche em forma de carro, que a identifica como "Moça do táxi" (Foto: Ingrid Bico/ G1)Jorge Conte diz que foto original de Josephina não tinha broche em forma de carro, que a identifica como "Moça do táxi" (Foto: Ingrid Bico/ G1)
Além desta ocorrência – que, segundo a família, foi a única cobrança feita por motoristas na casa dos Conte – outro fato intriga os parentes de Josephina. “O vovô mandou fazer a sepultura dela lá na Itália, e mandou uma foto que era pra fazer o porcelanato, porque as fotos eram incrustadas no mármore. Quando foram olhar aqui, tinha um broche de um carro, que na foto original não existia. Então todo mundo ficou abismado, ‘é a mulher do táxi, é a mulher do táxi’”, relembra.
‘Santa popular’
Jorge diz que as visitas ao túmulo de Josephina começaram na década de 40, e que a família não se incomoda com as histórias sobre a jovem, apenas pede que tomem cuidado com a sepultura, que adquiriu um tom mais escuro por conta das velas deixadas por promesseiros. “achamos que as pessoas são livres para praticar suas crenças. A única coisa que a gente queria era que as pessoas não maltratassem tanto o túmulo né, porque já tá todo desconfigurado”.
Placas de mármore são oferenda comum para Josephina (Foto: Ingrid Bico/ G1)Placas de mármore são oferenda comum para
Josephina Conte (Foto: Ingrid Bico/ G1)
De acordo com a antropólolga da Suelene Pavão, da Universidade Federal do Pará, os ‘santos populares’ são investidos de características sagradas ou milagrosas pelo próprio povo, mesmo não sendo reconhecidos pela igreja. “Os ‘santos populares’ têm atravessado séculos e continuam sendo cultuados por milagres imputados por sua intercessão e não há conflitos com os santos oficiais”, avalia.
Para a antropóloga, os devotos sentem o mesmo acolhimento ao rezar para estes ícones. “A única diferença, no caso do catolicismo, é que os ‘santos populares’ integram o catolicismo popular e os santos oficiais integram o panteão oficial dos santos admitidos pela hierarquia católica”, ressalta Suelene, que não descarta a possibilidade dos ‘santos populares’ serem, eventualmente, reconhecidos pela igreja como milagrosos. ‘É bom lembrar o Frei Galvão, que recentemente foi integrado ao panteão de santo oficial’, conclui.
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Após virar celebridade, táxi elétrico está com o futuro ameaçado


Cedidos há um ano e meio para divulgar a novatecnologia, os dez táxis elétricos da capital paulista estão cumprindo muito bem o papel de garoto-propaganda: até viraram celebridades no trânsito.
Mas tendem a desaparecer "da praça" em breve, segundo Ricardo Auriemma, presidente da Adetax-SP (associação das empresas de táxis).
O projeto-piloto se encerrará em mais um ano e meio e os veículos precisarão ser devolvidos ao fabricante.
"Se, até lá, o governo federal não criar uma política que contemple e incentive os carros 'verdes' [que podem rodar sem poluir], dificilmente algum taxista conseguirá comprar  um carro desses para trabalhar", diz Auriemma.

Hoje, por não ter classificação específica, o carro elétrico entra no grupo dos automóveis mais potentes (com motor acima de 2,0 litros) e paga 25% de IPI sobre seu preço- cerca de três vezes mais que o dos 1.0 flex.
Assim, um Nissan Leaf como o usado pelos taxistas custaria mais de R$ 200 mil. Nos EUA, o elétrico mais vendido do mundo sai pelo equivalente a R$ 50 mil.
Esse é um dos motivos pelos quais nenhuma montadora iniciou ainda a comercialização de elétricos no país, salvo algumas unidades entregues para empresas em caráter experimental.
Uma grande frota também exigiria uma rede de postos de recarga. A Eletropaulo instalou cinco deles pela cidade para atender os taxistas do programa, como Alberto de Jesus, 53.
"As baterias permitem autonomia de aproximadamente 120 km e sempre preciso parar uma ou duas vezes no dia para recarregá-las. Cada abastecimento demora 30 minutos", calcula o pioneiro, que costuma negar corridas longas.
"Interessante é que muitos pegam o táxi só para tirar fotos ou conhecer a tecnologia. Teve um que me pagou para rodar com ele o dia inteiro. Tive de mostrar o carro para todos os amigos do cliente."
CHOQUE
O Leaf não faz barulho e tem painel de nave espacial. Nele, os ocupantes conseguem acompanhar as interações eletrônicas entre o motor e as baterias. Toda vez que o pedal do freio é acionado, por exemplo, a autonomia aumenta -um sistema transforma o calor dissipado nessa situação em energia.
Tanta tecnologia também assusta alguns passageiros. "Teve um ocupante que avistou uma poça de água na rua e ficou apavorado, achando que, se o veículo fosse molhado, poderia dar choque", gargalha o taxista, que passa o dia propagando a tecnologia.
Jesus não gosta de pensar no dia em que precisará trocar o Leaf por um carro flex. Relatório dos taxistas apontam que o custo para rodar com energia elétrica é ao menos 50% menor.
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