quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Uber, o caminho da moderna escravidão de taxistas

Essa notícia já tem mais de um ano, porém é a pura realidade, nós taxistas estamos sendo engolidos pelo império capitalista americano que não perdoa nada e ninguém...



“Primeiro, os nazistas prenderam os comunistas, como eu não era comunista, me calei. Depois, eles pegaram os judeus e os sindicalistas, como não era judeu nem sindicalista, não me manifestei. Prenderam os católicos e, como eu era protestante, fiquei calado. Quando vieram me buscar… Não havia ninguém para protestar” (Martin Niemoller).
O que está por traz do aplicativo Uber, criado há cinco anos nos Estados Unidos e que vale mais do que a Petrobrás? Os donos do Uber são a Microsoft e a gigante da mídia indiana, Índia Bennett Coleman & Cia. O Uber foi avaliado por 51 bilhões de dólares, (R$ 178 bilhões de reais). A Petrobras, maior empresa brasileira, vale R$ 140 bilhões de reais.
O Uber é um negócio multimilionário que pretende transformar taxistas do mundo todo em escravos do século 21. Num primeiro momento o Uber, pratica a pirataria, autorizando veículos de particulares a prestarem serviços de transporte de passageiros, em desrespeito a todas as legislações nacionais e municipais, objetivando forçar os taxis a aderirem ao seu sistema.
Como meio de transporte público individual, o Uber se tornou uma multinacional atuando em escala global. A lógica é simples. A média mundial é de um taxi para cada 350 habitantes. Há, portanto, cerca de 20 milhões de taxis no mundo.
Enquanto promove irregularmente o serviço de taxi clandestino, o Uber mira os taxistas. Objetiva ficar com 20 % do faturamento diário deles. Se os 20 milhões de taxistas do mundo, faturam bruto, o equivalente a 500 dólares diários (incluindo combustíveis, manutenção e etc) trabalhando 24 horas, o Uber pretende apropriar-se de 100 dólares de cada taxi, (US$ 200 milhões por dia). No ano são 73 bilhões de dólares, ou R$ 255 bilhões de reais.
O Uber aposta na fraqueza dos governos municipais, na manipulação da opinião pública, através da grande mídia. As reportagens, compradas a preço de ouro, exaltam as vantagens do sistema, fazendo com que milhões de pessoas, iludidas, baixem o aplicativo no celular, passem a utilizá-lo e a defende-lo como o caminho da modernidade sem volta.
Agora são os taxistas que caminham para a escravidão moderna, amanhã serão os donos das pizzarias e, no futuro, quando não houver mais ninguém para protestar, todos nós. Cuidado, como no refrão da canção sertaneja que diz: “O cowboy vai te pegar”





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Destruir taxistas tem um objetivo: o carro autônomo


É esse caminho que muitos relutam em acreditar, incluindo os que se dizem parceiros do transporte clandestino. Eles não são parceiros de ninguém. Apenas estão utilizando os motoristas para que colaborem no banco de dados que estão levantando, para brevemente lançar o carro autônomo e dispensá-los de uma forma magnífica. E para os consumidores e políticos que defendem essa concorrência desleal e predatória, esperamos que não fiquem à mercê deles, pois não terão piedade em cobrarem o que querem, já que dominarão o mercado.
E se os que defendem a tal da empresa duvidam do que estamos postando abaixo, que procurem notícias no mundo inteiro que tratam desse assunto. Ou acham que tudo é uma grande mentira? E vamos torcer que a economia melhore, para que arrumem empregos decentes e legais. E também esperamos que, até que tantos desempregados estejam em atividades de acordo com o que gostariam, o parque instalado de táxis e carros particulares utilizados pelo APP não esteja totalmente sucateado, quase impossibilitando a recuperação da imagem que temos de que estamos entre os melhores serviços de táxi do mundo, de acordo com pesquisa realizada pela “hoteis.com” com viajantes que vem à São Paulo.
Fonte:

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Davi X Golias


Você fez o planejamento, está pronto para fazer uma gestão eficiente, tem tudo para dar certo. Mas aí, aparece uma empresa estrangeira no mesmo segmento que o seu. “Normal”, você pensa, “todo mercado tem seus concorrentes”, e você tem toda a razão.
O problema é que, se você vende por 10 reais, o rival vende por 8 reais. Aí, você abaixa para 7 reais e ele muda para 5 reais assim que descobre. Neste exato momento, você já está preparado para colocar 4,90 reais... 
Acontece que, no calor da “batalha”, você acabou esquecendo sua margem de lucro. Por mais que seu concorrente continue baixando, você precisa tomar uma decisão: ou continua baixando o preço do mesmo produto ou para de guerrear. E fica difícil entender como o concorrente vende tão barato e ainda consegue se manter.
“Existem vários jeitos de combater a concorrência, além de baixar o preço. Às vezes, vender muito significa vender errado”
Você já deve ter se perguntado isso quando viu seu concorrente baixando preços sem parar. E essa pergunta tem várias respostas.
Uma das possibilidades é ele estar realmente sacrificando o lucro. Aí, das duas, uma: ele pode estar investindo em uma estratégia agressiva para ganhar mercado ou pode ser alguém que simplesmente quer sempre ganhar no preço sem pensar nas consequências. Aí, você pode ficar com a impressão de que a conta não fecha porque ela não fecha mesmo.
Neste caso, a recomendação dos consultores do Impulso é: dê corda para ele se enforcar. “Uma hora esse cara vai quebrar. E, se você não tomar cuidado e ficar baixando seus preços para acompanhar, você vai junto”
Saiba que simplesmente baixar o preço a torto e a direito nunca é a melhor opção, confira algumas táticas eficientes e menos arriscadas para encarar a concorrência.
Antes de alterar o preço do seu produto, você precisa entender quanto ele te oferece de lucro. O fundamental, aqui, é colocar todos os custos na ponta do lápis.
Talvez você ache que o seu preço está te dando lucro quando, na verdade, você está perdendo dinheiro. Por isso é fundamental colocar na ponta do lápis todos os gastos sobre o seu produto e descobrir qual é a sua margem de lucro. Só assim você consegue mexer nos seus preços com segurança
Há momentos em que reduzir o preço também significa diminuir a qualidade do que você vende. Aí é necessário considerar se vale a pena entrar nessa briga. Afinal, faz sentido cobrar mais por um produto que tenha uma qualidade maior. Mesmo que existam produtos semelhantes ao seu com valor inferior, os produtos mais duráveis, bonitos e eficientes também vão ter seu público. É importante lembrar que você pode adicionar serviços à venda do seu produto (wifi, mimos, cortesia, higiene) para garantir que esse seu preço mais alto envolva uma experiência melhor para o cliente.

fonte: https://www.facebook.com/TaxiemSaoPaulo/?fref=nf

sábado, 6 de agosto de 2016

UBER: As contradições, os sofismas e o cinismo endossados...

TRAVIS KALANICK - UBER CRIADOR

TAMBÉM CONHECIDO COMO:

"Afuleimado", "Amaldiçoado'', "Arrenegado", "Barzabu", "Bicho-Preto", "Bruxo", "Cafuçu", "Canheta", "Capa 
Verde", "Diogo", "Diale","Diá", "Diacho", "Diangas", "Dianho", "Demo", "Satã", "Dedo", "Ele", "Esmolambado", "Excomungado, "Feio", "Feiticeiro", "Ferrabrás", "Futrico", "Gato-Preto", "Imundo", "Inimigo", "Lúcifer", "Mequetrefe", "Mal-Encaracio", "Mofento", "Não-Sei-Que-Diga", "Negrão", "Nojento", "Pé-de-Cabra", "Pé-de-Pato", "Peitica", "Rabudo", "Rapaz", "Sapucaio", "Sarnento", "Tição", "Tisnado", "Tinhoso". 


A VERDADEIRA FACE  DO RATO DE ESGOTO!!!

ASSIM FICA FÁCIL NÉ "OTORIDADES"   

Espero que meus amigos leiam e façam uma análise profunda e compartilhem opiniões. Desculpem, mas não consigo mais ficar calado e ver tanta manipulação sórdida.
Só não tenho certeza se aparecerá no Feed.
Quanto mais pessoas tomarem conhecimento do que acontece será benéfico para todos. Peço que compartilhem.
Todos os links foram recolhidos da internet e reunidos para uma melhor pesquisa e reflexão, pf abram e leiam.
"O Tempo desmascara as aparências, revela a mentira e expõem o caráter"
As contradições, os sofismas e o cinismo endossados...
-'Surpreende no fundador do Uber a capacidade de torcer os argumentos. Os taxistas estão sendo os grandes prejudicados pelo serviço da empresa. Mas, na sua opinião, a situação é muito diferente: “Somos a melhor opção para quem quer ganhar a vida dirigindo carros. A maioria dos que trabalham conosco antes eram taxistas, mas estavam cansados de pagar até 40.000 dólares por ano para ter uma licença e um carro durante um horário fixo. Graças à tecnologia, criamos o posto de trabalho mais flexível do mundo, sem horário e sem chefe”."
- “Uma cidade com o Uber é mais próspera. Desejamos sentar com os prefeitos para ajudá-los a crescer e criar empregos. Não é tão difícil, apenas pedimos que deixem os vizinhos se ajudarem entre si, que deixem para trás leis do passado”.
Para reflexão
"Teorizar sobre uma "sociedade justa" sem qualquer preocupação com as consequências econômicas deve preocupar a todos."- principalmente políticos oportunistas e demagogos, empresários inescrupulosos e sociedade em geral.
Em artigo publicado na Carta Capital assinado por
* Patrick Luiz Sullivan De Oliveira é doutorando em História da Princeton University o último paragrafo diz tudo.
"A ideologia que brota do Silicon Valley apresenta a tecnologia como uma coisa inerentemente positiva ou, na pior das hipóteses, neutra. Mas a tecnologia nunca é imune a dinâmicas de poder. O “progresso” não é alcançado através de inovações tecnológicas, mas sim graças a escolhas políticas de como (e se) incorporaremos essas inovações dentro do nosso complexo mundo social.
Se uma introdução ética de novas tecnologias na sociedade depende de um diálogo democrático, porque ao invés de aceitar o Uber como um fait accompli não considerarmos a ideia de Mike Konczal? Um Fellow no Roosevelt Institute, Konczal sugeriu socializar o aplicativo, lembrando que os populistas americanos criaram cooperativas para lidar com as mudanças tecnológicas no final do século XIX.
Afinal, os motoristas já são donos de quase todo o capital operacional (os seus carros), então porque não distribuir o lucro de maneira comparável? Aí sim, poderíamos dizer que o aplicativo fomenta uma verdadeira economia compartilhada. Mas se o Uber não quer empregar motoristas, que seja então apenas uma provedora de software."
O Uber e o mito da panaceia tecnológica:
http://www.cartacapital.com.br/soci…/uber-taxistas-4216.html
MPF apura denuncia de exploração trabalhista pelo Uber:
http://g1.globo.com/…/associacao-de-motoristas-denuncia-ube…

domingo, 24 de julho de 2016

Esse é o empresário dos novos tempos...

Travis kalanick (Uber criador)

Para quem não sabe, esse é um dos homens mais ricos do mundo atualmente, sua fortuna é baseada principalmente no suor de sangue de vários motoristas espalhados mundo afora, fazer o que não é mesmo, será que ele tá ligando para isso?? Será que ele consegue dormir com a consciência tranquila a noite? Acho que sim, pois é o tipo de pessoa que não tá nem aí pelo seu semelhante, ele tem o lema, quanto mais tem mais quer ter....dim.. dim ..dim ..dim ..dim...

Ele não passa de um adorador deste Capitalismo Selvagem dos dias atuais...

O capitalismo é a exploração do homem pelo homem.

O capitalismo é, do ponto-de-vista de sua prática, bem como da filosofia que o informa, radicalmente anticristão.

O capitalismo utiliza o trabalho humano em seu proveito, mas é incapaz de reverenciá-lo em sua dignidade intrínseca. Se o trabalhador não trabalha, por achar-se doente, torna-se duplamente desprezível: por ser trabalhador, e por não estar trabalhando.

O vício inerente ao capitalismo é a distribuição desigual de benesses.

No sistema do capitalismo selvagem a pobreza absoluta representa o inferno.

Sob o capitalismo o homem explora o homem.

O capitalismo é a crença mais estarrecedora de que o homem mais insignificante dos homens fará, um estrago estarrecedor sobre os seus semelhantes.

O capitalismo desrespeita - e despreza - o trabalho humano, tanto que o explora e coisifica, tornando-o instrumento a serviço da injustiça e da opressão. Se o trabalho é desprezado, o trabalhador também o é.

Os piores inimigos do capitalismo não são os socialistas e comunistas. São os capitalistas que abusam do capitalismo.

Numa sociedade como a nossa, de capitalismo selvagem, em que há um desencontro radical e desapiedado entre os interesses de ricos e pobres, o poder do Estado defende os ricos e oprime os pobres, milimétrica e sistematicamente.

As leis cegas do capitalismo, invisíveis para a maior parte das pessoas, agem sobre os indivíduos sem que este se aperceba. Ele não vê senão um vasto horizonte que lhe parece infinito.

A única maneira de disciplinar o capitalismo é através da luta social.

O Estado brasileiro não existe mais. Nem sequer para manter a lei e a ordem. Ele foi forte quando produziu um capitalismo, porém fraco para combater muitas injustiças quanto aos mais desfavorecidos, ou seja o povo.






Uber, nova tecnologia ou a velha filosofia igualitária?

Em São Paulo, por força de um decreto do Prefeito Fernando Haddad, aplicativos que até então se apresentavam como parceiros dos taxistas anunciaram que vão aceitar em suas plataformas carros particulares para o transporte remunerado de passageiros.
Debates, projetos de lei e matérias na imprensa falam em uma nova tecnologia que veio para ficar, mas não falam o óbvio: como fica toda a estrutura jurídica e técnica de uma profissão quase centenária, a dos taxistas?
Atualmente, essa “tecnologia” está afetando o serviço de táxi. Promove uma concorrência desleal, pois agrega todo e qualquer tipo de carro e motoristas em um único sistema que sempre se regulou, de acordo com as transformações e necessidades da sociedade. Em um futuro próximo, ainda veremos muitas outras profissões, igualmente importantes e respeitadas, serem deformadas e menosprezadas em nome de um avanço tecnológico.
Esse denominado avanço é muito diferente da automação da indústria automobilística da década de 90 e também diferente dos avanços tecnológicos que vemos na medicina, engenharia e nas telecomunicações. A tecnologia desses aplicativos está a serviço de uma filosofia que não agrega nada. Apenas desestrutura a sociedade, pois tem como fundamento a extinção do Estado Legal.
Falta um mês para o início da campanha para prefeitos e vereadores dos mais de cinco mil municípios brasileiros. Muitos desses candidatos argumentarão que os aplicativos vieram para ficar. E, em meio a tantos problemas, um será acompanhado com muita atenção pelos taxistas e todo sistema de transporte.
O que os taxistas de todo Brasil estão enfrentando não é simplesmente uma nova mudança que terão de se adequarem, como já fizeram em outras épocas. Trata-se de uma filosofia, adotada pelo aplicativo Uber, de um marketing agressivo, originado de uma antiga cartilha de um filósofo (Gramsci). Utiliza a estratégia de destruir o opositor, ora divulgando suas falhas, ora aumentando e até criando fatos que denigrem sua imagem.
A maior prova disso é o silêncio comprometedor e por vezes a omissão e até a prevaricação das autoridades do legislativo, executivo e do judiciário, que fingem desconhecer essa nova onda que vem do norte.